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POR QUE NÃO DEVEMOS TEMER OS INVEJOSOS

ENQUANTO.....
você acorda e saúda o sol,
ele olha o seu bronzeado.
você sai para o trabalho,
ele calcula o seu salário.
você constrói sua casa,
ele julga a cor das tintas.
você estuda, tem boas notas,
ele se preocupa com esses números.
você conquista um diploma ,
ele vive o medo do seu sucesso futuro.
você levanta um prédio,
ele escolhe uma janela prá pular.
você ajuda os doentes,
ele adoece por conta disso.
você ensina os seus alunos,
ele tenta descobrir o que você não sabe.
você tem a simpatia da chefia,
ele prefere chamá-lo de puxa-saco.
você recebe os aplausos,
ele busca saber se alguém o vaia.
você liga seu computador para serviço útil,
ele coleciona programas de vírus ou invade seu correio com tolas agressões.
O que ele realmente faz - quando faz? - :
você cria , ele copia !
Você teme o invejoso?
Por que?
... ele é um eterno espectador ...
... merece sua compaixão e não seu temor ...
(Recebi sem autoria)

YEMANJÁ
Segundo Pierre Fatumbi Verger
YEMANJÁ NA ÁFRICA
Iemanjá, cujo nome deriva de Yèyé omo ejá ("Mãe cujos filhos são peixes"), é o orixá dos Egbá, uma nação iorubá estabelecida outrora na região entre Ifé e Ibadan, onde existe ainda o rio Yemoja. As guerras entre nações iorubás levaram os Egbá a emigrar na direção oeste, para Abeokutá, no início do século XIX. Evidentemente, não lhes foi possível levar o rio, mas, em contrapartida, transportaram consigo os objetos sagrados, suportes do àse da divindade, e o rio Ògùn, que atravessa a região, tornou-se, a partir de então, a nova morada de Yemanjá. Este rio Ògùn não deve, entretanto, ser confundido com Ògún, o deus do ferro e dos ferreiros, contrariamente à opinião de numerosos que escreveram sobre o assunto no fim do século passado. Não nos deteremos nas extravagantes hipóteses do Padre Baudin, retomadas com entusiasmo pelo Tenente-Coronel Ellis e outros autores. Daremos, porém, em notas um resumo destes textos.
O principal templo de Iemanjá está localizado em Ibará, um bairro de Abeukutá. Os fiéis desta divindade vão todos os anos buscar a água sagrada para lavar os axés, não no rio Ògùn, mas numa fonte de um dos seus afluentes, o rio Lakaxa. Essa água é recolhida em jarras, transportada numa procissão seguida por pessoas que carregam esculturas de madeira(ère) e um conjunto de tambores. O cortejo na volta, vai saudar as pessoas importantes do bairro, começando por Olúbàrà, o rei de Ibará.
Iemanjá seria filha de Olóòkun, deus (em Benin) ou deusa (em Ifé) do mar. Numa história de Ifá, ela aparece "casada pela primeira vez comOrunmilá, senhor das adivinhações, depois com Olofin, rei de Ifé,...Iemanjá, cansada de sua permanência em Ifé, foge mais tarde em direção ao Oeste. Outrora, Olóòkun lhe havia dado, por medida de precaução, uma garrafa contendo um preparado, pois "não se sabe jamais o que pode acontecer amanhã", com a recomendação de quabrá-la no chão em caso de extremo perigo. E assim, Iemanjá foi instalar-se no "Entardecer-da-Terra", o Oeste. Olofin-Odùduà, rei de Ifé, lançou seu exército à procura de sua mulher. Cercada, Iemanjá, em vez de se deixar prender e ser conduzida de volta a Ifé, quebrou a garrafa, segundo as instruções recebidas. Um rio criou-se na mesma hora, levando-a para Okun, o oceano, lugar de residência de Olóòkun (Olokum).
Iemanjá tem diversos nomes, relativos, como no caso de Oxum, aos diferentes lugares profundos(ibù) do rio. Ela é representada nas imagens com o aspecto de uma matrona, de seios volumosos, símbolo de maternidade fecunda e nutritiva. Esta particularidade de possuir seios mais que majestosos - ou somente um deles, segundo outra lenda - foi origem de desentendimentos com seu marido, embora ela já o houvesse honestamente prevenido antes do casamento que não toleraria a mínima alusão desagradável ou irônica a esse respeito. Tudo ia muito bem e o casal vivia feliz. Uma noite, porém, o marido havia se embriagado com vinho de palma e, não mais podendo controlar as suas palavras, fez comentários sobre seu seio volumoso. Tomada de cólera, Iemanjá bateu com o pé no chão e transformou-se num rio a fim de voltar para Olóòdun, como na lenda precedente.
YEMANJÁ NO NOVO MUNDO
Iemanjá é uma divindade muito popular no Brasil e em Cuba. Seu axé é assentado sobre pedras marinhas e conchas, guardadas numa porcelana azul. O sábado é o dia da semana que lhe é consagrado, juntamente com outras divindades femininas. Seus adeptos usam colares de contas de vidro transparentes e vestem-se, de preferência, de azul-claro. Fazem-se oferendas de carneiro, pato e pratos preparados à base de milho branco, azeite, sal e cebola.
Diz-se na Bahia que há sete Iemanjás:
Iemowô, que na África é a mulher de Oxalá;
Iamassê, mãe de Xangô;
Euá (Yewa), rio que na África corre paralelo ao rio Ògùn e que frequentemente é confundido com Iemanjá em certas lendas;
Olossá, a lagoa africana na qual deságuam os rios.
Iemanjá Ogunté, casada com Ogum Alagbedé.
Iemanjá Assabá, ela é manca e está sempre fiando algodão.
Iemanjá Assessu, muito voluntariosa e respeitável.
Em Cuba, Lydia Cabrera dá sete nomes igualmente, especificando bem que apenas uma Iemanjá existe, à qual se chega por sete caminhos. Seu nome indica o lugar onde ela se encontra.
ARQUÉTIPO
Tomamos emprestada a descrição do arquétipo de Iemanjá a Lydia Cabrera, sua filha, certamente a mais competente de todas aquelas que nos foi dado o prazer de conhecer: "As filhas de Iemanjá são voluntariosas, fortes, rigorosas, protetoras, altivas e, algumas vezes, impetuosas e arrogantes; têm o sentido da hierarquia, fazem-se respeitar e são justas mas formais; põem à prova as amizades que lhes são devotadas, custam muito a perdoar uma ofensa e, se a perdoam, não a esquecem jamais. Preocupam-se com os outros, são maternais e sérias. Sem possuírem a vaidade de Oxum, gostam do luxo, das fazendas azuis e vistosas, das jóias caras. Elas têm tendência à vida suntuosa mesmo se as possibilidades do cotidiano não lhes permitem um tal fausto".
(Do livro "Orixás - Pierre Fatumbi Verger - Editora Corrupio")

2 de Fevereiro
Dia de Yemanjá

Odoiyá, Iya mi!
"Hoje é Dia de Nossa Senhora,
Da nossa mãe Yemanjá
Kalunga ê, ê, ê, êa
Kalunga ê, ê, ê, êa
Brilhou nos céu as estrelas,
Brilhou os peixinhos do mar,
Kalunga ê, ê, ê, êa
Kalunga ê, ê, ê, êa" (*)
Não sei se todos que passam por este blog sabem, mas apesar de hoje eu ser uma pessoa convertida ao cristianismo (o que ocorreu há 6 meses atrás, na Igreja Renascer em Cristo, onde eu, literalmente, "renasci"), eu fui minha vida inteirinha uma estudiosa, apaixonada e frequentadora dos cultos afro-brasileiros.
Passei da Umbanda ao Candomblé, onde fui abian (iniciante) por 2 anos, até minha conversão. Não deixo de acreditar nestas forças, porém hj eu só tenho respeito por elas, pois acredito que cultuá-las não me trouxeram toda a felicidade, paz e harmonia que eu procurava para minha vida. Mas isso é outra estória, que fica para ser escrita numa oportunidade onde eu estiver bastante inspirada.
Contudo, apesar de minha conversão, tenho muito a agradecer ao orixá Yermanjá, minha santa de cabeça, que num momento muito difícil de minha vida fez acontecer um milagre. Eu estava muito perturbada, triste, em depressão... ajoelhei-me aos seus pés (tem uma imagem dela na Praia Grande, cidade Ocian), chorei e pedi com toda a minha fé que me desse força e operasse um milagre em minha vida, para que eu conseguisse sair da situação onde eu me encontrava. Consegui este presente em menos de uma semana.
E é por isso que, mesmo sendo cristã e não adorando + outros deuses, eu respeito muito este orixá, e sempre no seu dia, apesar de não mais fazer os rituais que praticava no passado nesta data, eu elevo meu pensamento e agradeço a esta força por ter me dado aquela benção num momento tão difícil de minha vida.
Odoiya, minha mãe!
(*) Este é um dos "pontos" que cantávamos a Yemanjá, no meu ex centro de Umbanda, onde fiquei até setembro de 2000.



Cacau
Desejo a esta minha amiga blogueira tudo o que de melhor a vida possa lhe dar.
Muita paz, saúde, harmonia, realizações e sucesso em toda a sua vida!!!
E que continue esta menina simpática, batalhadora e que acredita em seus sonhos!
Que Deus lhe abençõe muito, hj e sempre.



Por mais estranho que possa parecer, punir animais transgressores da lei é uma prática tão antiga como a própria Bíblia Sagrada. Segundo o Livro do Êxodo: "Se um boi investe contra um homem ou uma mulher e os mata à chifrada, deve ser morto à pedrada." Entre os infratores julgados, conta-se uma grande variedade de animais, tais como toupeiras, moscas varejeiras, lagartos, gafanhotos, caracóis, cães, porcos, etc.
O primeiro julgamento de um animal que se tem notícia, aconteceu no ano 864, na Inglaterra. Na ocasião, o juiz decretou o extermínio de um enxame de abelhas, cujas picadas haviam causado a morte de um homem. No Século XI, na França, São Bernardo, irritado pelos zumbidos de um número considerável de moscas, que prejudicava o seu sermão, excomungou estes insetos. No dia seguinte, as moscas tiveram que ser expulsas da igreja à pazadas, tendo, segundo se suspeita, morrido devido ao frio e a geada noturna.
Os animais mais corpulentos eram geralment e os que mais compareciam ao Tribunal. Em 1639, um cavalo foi condenado à morte na cidade de Dijon, na França, por ter derrubado o seu dono, causando-lhe a morte. No Século XVII, uma cabra russa, após invadir um terreno alheio e destruir a plantação, foi julgada e deportada para a Sibéria. Nem as aves escaparam à justiça. Em 1471, na Suíça, um frango foi considerado culpado por ter posto um ovo, num autêntico desafio às leis da natureza, sendo portanto, condenado à morrer queimado, amarrado a um poste, como "um demônio disfarçado". Na Idade Média, na Normandia, um porco foi enforcado por ter devorado uma criança. Em 1547, uma porca e os seis filhotes foram acusados de um crime semelhante. A porca foi executada, mas os filhotes, devido a pouca idade e por terem sido influenciados pelo mau exemplo dado pela mãe, foram poupados. Em 1519, no norte da Itália, umas toupeiras foram acusadas de destruir colheitas, abrindo túneis que impediam o desenvolvimento das plantações. As mesmas foram intimadas a comparecer à Corte e justificar a sua conduta. Apesar de citadas, as toupeiras não compareceram ao julgamento, sendo por isso, condenadas ao exílio. Porém, a Justiça prometeu salvo-conduto e uma prorrogação da sentença por 14 dias para as toupeiras prenhas e para as crias.
Os processos contra os animais eram habitualmente conduzidos de acordo com as normas legais em vigor. Em 1499, na Alemanha, o julgamento de um urso, após destruir algumas aldeias, foi adiado por semanas devido a argumentação dos seus advogados, que outorgava ao animal o direito de ser julgado pelos seus semelhantes, no caso um júri de ursos. Em 1521, um renomado advogado francês Barthélemy Chassenée, demonstrou todo o seu talento na defesa de algumas ratazanas que haviam destruído uma colheita de cevada. Como as suas clientes não compareceram ao julgamento, argumentou que a citação não era válida, pois a mesma deveria ter sido apresentada à todas as ratazanas da região. Argumentou também que os "gatos mal intencionados" pertencentes aos acusadores, intimidavam as ratazanas. Além do mais, os donos exigiam uma quantia em dinheiro para que seus gatos não as molestassem quando elas se dirigissem ao Tribunal. A acusação recusou a assumir o compromisso e o caso foi arquivado.
Teve animais que serviram também como testemunhas. Em Sabóia, uma pequena região da Itália, acreditava-se que Deus concederia a qualquer animal o dom da fala, antes que algum criminoso escapasse à justiça. Se alguém fosse acusado de algum crime acontecido em sua própria casa, seria absolvido se jurasse perante os seus animais domésticos, que era inocente e estes não protestassem. Os julgamentos de animais sobreviveram na Europa até o Século passado. Em 1906, na Suíça, dois irmãos e o seu cão foram julgados por assassinato. Os homens foram condenados à prisão perpétua, e o cão, à morte. Em 1974, na Líbia, um cão, julgado pelo crime de ter mordido um homem, foi condenado a um mês de prisão a pão e água. Após cumprir a sentença, foi libertado. A justiça tinha sido feita. No Brasil, os recentes ataques dos cães pitbull à seres humanos, obrigaram as autoridades a fechar o cerco contra esses animais. Além de obrigar os cães de menor porte a andarem sempre com coleira, a lei prevê ainda a obrigatoriedade do uso da focinheira e do enforcador para as raças pitbull, rotteweiller, mastin napolitano e staffordshire terrier, sob pena de pagar uma multa de R$ 124,90. A novidade agora é que os transgressores, ao contrário de simples autuação de antes, serão obrigados a se retirarem do local.
Evaldo Oliveira











A tristeza, depressão
O espaguete virou miojo pronto
A paquera virou pegação
A gafieira virou dança de salão
O que era praça virou shopping
A areia virou ringue
A caneta virou teclado
O long play virou CD
A fita de vídeo é DVD
O CD já é MP3
É um filho onde éramos seis
O album de fotos agora é mostrado por e-mail
O namoro agora é virtual
A cantada virou torpedo
E do "não" não se tem medo


A AIDS virou gripe
A bala antes encontrada agora é perdida
A violência está coisa maldita!

A maconha é calmante
O professor é agora o facilitador
As lições já não importam mais
A guerra superou a paz
E a sociedade ficou incapaz de tudo !



